Vestidos no invisível
Seus pés que tocam a lama
Sem chinelos, nem certezas
Passos tristes sem pegadas
Tentam seguir a luz
Já não mais no fim do túnel
Nem no começo da guia
Onde repousa a esperança
Ladeando garrafas emborcadas
Nas bocas que contam gotas
Álcool que aquece e protege
Na terra dos homens frios
E os carros passam nos túneis
Com seus faróis reluzentes
Correndo no espaço escuro
Distanciando a única luz
Presente no fim do túnel
Ausentes no fim de tudo
Que nos proteja Jesus.
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