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Eu, que nunca tive a vida mansa, canto na ânsia de amansar a vida...

25/12/2011


A solidez da solidão. Vazio. Avesso. O recomeço parece ao alcance de um botão. Mas não. O embaraço no traço da letra sem sentido. Um sussurro no ouvido errado, nem toda cerveja é, enfim, a solução. Soluço... O espelho que reflete as rugas do convívio é o mesmo que, sóbrio, convida o bêbado a aquietar o coração. Bêbado não só no sentido etílico; bêbado de falta, bêbado de saudade, bêbado de solidão. A solidão é indecorosa, sólida como as mágoas sem razão.  Ou não.
Soluçar a embriaguez da falta, vomitar as palavras presas na garganta. Por hoje é até. Até mais, pra depois dar no pé. E pé na estrada. Esqueça, ok? 

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