...

Eu, que nunca tive a vida mansa, canto na ânsia de amansar a vida...

05/05/2012


Nas suas mãos encontrei o meu refúgio
e a fortaleza que conduz a minha calma
lucidez no descompasso da alma
euforia presa na garganta
não sei quando louca, quando santa
quando rude, quando inerte, embriagada
sei que mais, e sempre, é a madrugada
o cenário desses pensamentos meus
é na esquina da noite, em seus breus
que meu corpo se incendeia num prelúdio
e suas mãos, o meu porto e meu refúgio
onde toda a alegria se escondeu

Nenhum comentário:

Postar um comentário