No ponto de partir, ela ficou....
Metade lá, metade cá. Um mar separando tudo, um conto pra se lembrar. No tempo de ser criança, a dança era o de vestir. E o de comer era vento. No coração o tambor, a história na linha da fala. E no mundo não há quem 'cala' a força da tradição... que vem de lá, minha preta. De além-mar, minha preta. Querer voltar, minha preta. Pro meu lugar, minha preta.
E que não metam a caneta na história que vovó contou...
16/10/2012
Nenhum comentário:
Postar um comentário