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Eu, que nunca tive a vida mansa, canto na ânsia de amansar a vida...

03/04/2014

há no vento algo de mim
algo que desconheço
Advém desde o começo
de uma brisa matutina
e furacão termina
desmantelando-me à tarde
em folhas postas no chão
a cada novo refrão
sopro novo de saudade
No vendaval, tudo voa
e eu cantando minha loa
Timbre de zimbre, trovoa 
faz garoa tempestade

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