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Eu, que nunca tive a vida mansa, canto na ânsia de amansar a vida...
Desatar o tino. Destino. Desatar os nós da pressa. E de presa passa a desprezar o peso de quem preza a culpa. Desculpa. Vai, depressa, apressar os pés da alma, retraçar a rota antiga refazendo os riscos tortos. Nos encontros com quem nunca viu ainda, a tristeza enfim se finda, ou se faz de distraída pra fechar os poros.
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